Enquanto os condenados pelo mensalão e o ex-presidente Lula - que "fez e aconteceu", não sofrem grandes protestos de cidadãos brasileiros de qualquer opção sexual, o pastor e deputado federal Marcos Feliciano é achincalhado por parte dos brasileiros. Já outra parte defende a opinião do parlamentar.
Não entro no mérito da opinião dele, muito menos na questão defendida pelos homossexuais e outros grupos.
Comento aqui, brevemente, pelo direito da liberdade de expressão, opinião, crítica e pensamento consagrados na Carta da República de 1988 e na Convenção Americana dos Direitos Humanos - Pacto San José da Costa Rica, o qual o Brasil é signatário.
O mesmo direito que todos os cidadãos detém de defender opção sexual, religião e time de futebol, assim também detém os que são contra em livremente se manifestar. Não pode ser considerado um descalabro, do ponto de vista democrático e republicano, alguém ser contra ou a favor de alguma coisa.
Até porque o Papa argentino falou publicamente ser contra a prática do homossexualismo e NINGUÉM, no Brasil, fez campanhas rigorosas pedindo, por exemplo, a saída do Papa!
A Constituição serve a todos brasileiros. Aliás, serve e cobra direitos e deveres, ou normas e condutas. Serve ao branco e ao negro. Ao colorado e ao gremista. Ao heterossexual e ao homossexual. As liberdades de expressão, crítica e pensamento igualmente são as mesmas.
"Direitos iguais", assinala a Carta Mãe. Que cada um faça a sua parte respeitando o direito do outro de contrapor ou expressar ideias.