A vovó de 87 anos matou um ladrão que invadiu sua casa em Caxias do Sul, na serra gaúcha, com três tiros de revólver calibre .38.
Por essas e outras é que defendo o direito do cidadão em manter uma arma de fogo em sua residência ou estabelecimento comercial - caso queira.
Se a vovó de Caxias não tivesse matado o vagabundo, o que será que aconteceria com ela? Estupro? Morte? Tortura? Roubo de todos os seus bens comprados com suado esforço? Não quero nem pensar.
Essa vovó defendeu a si e ao seu patrimônio, em total legítima defesa, e, pela sua entrevista, na legítima defesa putativa, em virtude do gesto que o marginal teria feito com a mão dentro do casaco.
Por essas e outras é que defendo o direito do cidadão em manter uma arma de fogo em sua residência ou estabelecimento comercial - caso queira.
Se a vovó de Caxias não tivesse matado o vagabundo, o que será que aconteceria com ela? Estupro? Morte? Tortura? Roubo de todos os seus bens comprados com suado esforço? Não quero nem pensar.
Essa vovó defendeu a si e ao seu patrimônio, em total legítima defesa, e, pela sua entrevista, na legítima defesa putativa, em virtude do gesto que o marginal teria feito com a mão dentro do casaco.
A vovó não é uma "pistoleira". Fez o que tinha que fazer naquele momento.
Em virtude do ato heróico, advogaria por ela sem lhe cobrar um tostão sequer...
"Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas". E muitas vezes em legítima defesa sua e/ou de terceiros.
Em virtude do ato heróico, advogaria por ela sem lhe cobrar um tostão sequer...
"Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas". E muitas vezes em legítima defesa sua e/ou de terceiros.