Os cidadãos gaúchos e brasileiros esperam da Procuradoria de Justiça do RS uma resposta quanto ao procedimento do promotor Ricardo Lozza, que acompanhou o TAC com os proprietários da Kiss, em 2012, e que poderia ter verificado a qualidade dos materiais acústicos empregados.
A responsabilidade deste promotor, pelo que publicamente se vê, não é muito diferente de outros agentes com prerrogativa de função reportados e os indiciados e/ou denunciados pelo MP.
Aguardemos com atenção e cobraremos com veemência se nada for feito (abertura de IP, por exemplo).