Começou ontem, em Contagem - MG, o julgamento do goleiro Bruno e sua esposa, acusados da morte de Eliza Samúdio.
Será um julgamento interessante e seu resultado trará um precedente de peso para o mundo jurídico, eis que trata-se de crime sem que um corpo tenha sido encontrado ou qualquer outro vestígio ou prova cabal de morte e cadáver.
Como profissional eu não acredito em crime sem que haja cadáver, ou "crime sem corpo". A polícia científica e a civil detém a atribuição da investigação. Portanto, se não localizam provas cabais da existência de um cadáver, não posso acreditar que haja acontecido uma morte ("não existe crime perfeito, mas sim mal investigado...").
Estarei acompanhando o julgamento pela imprensa, na medida do possível, para me inteirar até mesmo das teses aplicadas pela acusação e defesa durante o julgamento, pois trata-se de um caso especial nos últimos anos.
Será um julgamento interessante e seu resultado trará um precedente de peso para o mundo jurídico, eis que trata-se de crime sem que um corpo tenha sido encontrado ou qualquer outro vestígio ou prova cabal de morte e cadáver.
Como profissional eu não acredito em crime sem que haja cadáver, ou "crime sem corpo". A polícia científica e a civil detém a atribuição da investigação. Portanto, se não localizam provas cabais da existência de um cadáver, não posso acreditar que haja acontecido uma morte ("não existe crime perfeito, mas sim mal investigado...").
Estarei acompanhando o julgamento pela imprensa, na medida do possível, para me inteirar até mesmo das teses aplicadas pela acusação e defesa durante o julgamento, pois trata-se de um caso especial nos últimos anos.