De volta a Santiago, após mais de mil km de estrada em dois dias, inicio meus trabalhos com a alma serena.
Em todos os processos judiciais tratamos com a vida das pessoas. Não são apenas papéis em um compilado com a pasta timbrada da Justiça gaúcha. São vidas, sonhos, esperanças, liberdades, investimentos, etc. Pena que muitos operadores do Direito, por outro lado, vejam os processos como fatos em papéis, esquecendo que tratam com vidas humanas.
Mas enfim. Minha missão em Jaguarão tinha como objeto jurídico uma questão de Direito de Família. E "missão dada é missão cumprida". Mais que isso. Já passei por várias situações desde que iniciei meus estudos em Direito em Santo Ângelo - RS, na antiga Faculdade de Direito de Santo Ângelo - FADISA, em 2000. E como dito anteriormente, cada situação, cada caso, cada história tem as suas peculiaridades e sempre aprendo com elas, seja errando ou acertando, procurando extrair experiência de vida profissional e pessoal.
Em Jaguarão, a missão maior foi completada ao final da audiência, em que fiz a interpelação para uma conversa entre pai e filha que há quase 10 anos não se viam pessoalmente, e pouco se falavam. Após conseguir resolver o caso para o meu cliente, com a decisão do magistrado, tive a grata surpresa ao sair da sala de audiências minutos depois que meu cliente e sua filha haviam saído, e vi a cena linda de uma aproximação entre os dois, que culminou em um almoço juntos e o juramento de estreitamento de laços.
Tudo em virtude de uma demanda judicial, em que os dois estavam em lados opostos judicialmente, mas que no fim acabaram reunidos, ambos com os olhos marejados, eis que qualquer interesse é menor que o interesse familiar.
Foi outra lição de vida que trouxe na bagagem, e sigo meu caminho revigorado, na defesa e auxílio ao ser-humano.
Um ótimo dia para todos.
Em todos os processos judiciais tratamos com a vida das pessoas. Não são apenas papéis em um compilado com a pasta timbrada da Justiça gaúcha. São vidas, sonhos, esperanças, liberdades, investimentos, etc. Pena que muitos operadores do Direito, por outro lado, vejam os processos como fatos em papéis, esquecendo que tratam com vidas humanas.
Mas enfim. Minha missão em Jaguarão tinha como objeto jurídico uma questão de Direito de Família. E "missão dada é missão cumprida". Mais que isso. Já passei por várias situações desde que iniciei meus estudos em Direito em Santo Ângelo - RS, na antiga Faculdade de Direito de Santo Ângelo - FADISA, em 2000. E como dito anteriormente, cada situação, cada caso, cada história tem as suas peculiaridades e sempre aprendo com elas, seja errando ou acertando, procurando extrair experiência de vida profissional e pessoal.
Em Jaguarão, a missão maior foi completada ao final da audiência, em que fiz a interpelação para uma conversa entre pai e filha que há quase 10 anos não se viam pessoalmente, e pouco se falavam. Após conseguir resolver o caso para o meu cliente, com a decisão do magistrado, tive a grata surpresa ao sair da sala de audiências minutos depois que meu cliente e sua filha haviam saído, e vi a cena linda de uma aproximação entre os dois, que culminou em um almoço juntos e o juramento de estreitamento de laços.
Tudo em virtude de uma demanda judicial, em que os dois estavam em lados opostos judicialmente, mas que no fim acabaram reunidos, ambos com os olhos marejados, eis que qualquer interesse é menor que o interesse familiar.
Foi outra lição de vida que trouxe na bagagem, e sigo meu caminho revigorado, na defesa e auxílio ao ser-humano.
Um ótimo dia para todos.