A notícia do dia, no Brasil, é o caso do ex-presidente Lula na tentativa de condicionamento de magistrado do STF. Não me surpreende, infelizmente, mais esse ato infamante de Luiz Inácio.
O governo Lula foi um dos mais corruptos na história deste País, seja por ação, seja por omissão, na complacência. Nada contra o seu partido político, eis que no PT também existem políticos idôneos, como o senador Suplicy (PT-SP).
Pois agora, crer que, em um encontro com um ex-ministro de seu governo (Jobim) e um atual ministro do STF (Mendes), o comentário sobre o adiamento do julgamento do mensalão foi apenas, como dito, um mero "comentário", é rir – pela milésima vez – da cara dos brasileiros. Ora, foi clara tentativa de condicionamento de magistrado, e isso nem na época da Ditadura Militar era procedido, pois até os generais anuíam com a intangibilidade da magistratura.
Lula, agora com esse ato, mostra realmente ser um "câncer" para a política, para a democracia e para a República.
Lula é (ou tenta ser) um "Kadafizinho". Um Fidel. Um Hirohito, reportando-se ao Japão de 1945 ou um Luís XIV, que no apogeu do absolutismo francês afirmava: “o Estado sou eu”. Luís e Luiz. Um "XIV", outro "Inácio". Tão diferentes, tão parecidos.
A ex-primeira dama Marisa é uma "condessa de chinelos de dedo". O Brasil viveu oito anos de sua história sem primeira dama, que atuasse em causas assistenciais. Decerto porque ela estava gastando o seu tempo vasto (e o nosso dinheiro) com plásticas. Sim, recauchutando-se.
Este caso de tentativa de condicionamento de magistrado, um ministro do STF, só demonstra que Lula é um despreparado para ser Chefe de Estado. Vivemos no regime do presidencialismo, e não da monarquia. O plebiscito de 1993 que assim decidiu. O Regime imperial no Brasil findou-se em 1889, com a proclamação da República. Ditador/Imperador não pode existir neste País. Avisem o Lula.
Que esse capítulo escrito por Luís XIV, quer dizer, por Luiz Inácio, abra definitivamente os olhos da Nação.
Por um Brasil sem Lula. E sem “Lulas”.
O governo Lula foi um dos mais corruptos na história deste País, seja por ação, seja por omissão, na complacência. Nada contra o seu partido político, eis que no PT também existem políticos idôneos, como o senador Suplicy (PT-SP).
Pois agora, crer que, em um encontro com um ex-ministro de seu governo (Jobim) e um atual ministro do STF (Mendes), o comentário sobre o adiamento do julgamento do mensalão foi apenas, como dito, um mero "comentário", é rir – pela milésima vez – da cara dos brasileiros. Ora, foi clara tentativa de condicionamento de magistrado, e isso nem na época da Ditadura Militar era procedido, pois até os generais anuíam com a intangibilidade da magistratura.
Lula, agora com esse ato, mostra realmente ser um "câncer" para a política, para a democracia e para a República.
Lula é (ou tenta ser) um "Kadafizinho". Um Fidel. Um Hirohito, reportando-se ao Japão de 1945 ou um Luís XIV, que no apogeu do absolutismo francês afirmava: “o Estado sou eu”. Luís e Luiz. Um "XIV", outro "Inácio". Tão diferentes, tão parecidos.
A ex-primeira dama Marisa é uma "condessa de chinelos de dedo". O Brasil viveu oito anos de sua história sem primeira dama, que atuasse em causas assistenciais. Decerto porque ela estava gastando o seu tempo vasto (e o nosso dinheiro) com plásticas. Sim, recauchutando-se.
Este caso de tentativa de condicionamento de magistrado, um ministro do STF, só demonstra que Lula é um despreparado para ser Chefe de Estado. Vivemos no regime do presidencialismo, e não da monarquia. O plebiscito de 1993 que assim decidiu. O Regime imperial no Brasil findou-se em 1889, com a proclamação da República. Ditador/Imperador não pode existir neste País. Avisem o Lula.
Que esse capítulo escrito por Luís XIV, quer dizer, por Luiz Inácio, abra definitivamente os olhos da Nação.
Por um Brasil sem Lula. E sem “Lulas”.