— Logo em seguida, vi que tinha uma tainha maior ainda — lembrou o jovem.
A mãe dele, a pescadora Claudete de Oliveira Rodrigues, 41 anos, assumiu a missão de pegar a maior. Com uma tarrafa, catou o peixe.
— É a terceira vez que pego um peixe assim. Sempre que chove muito o braço morto transborda — explicou Claudete.
Os peixes terão um destino certo hoje.
— Pretendo dormir um pouco, acordar e fazer de almoço as tainhas fritas — disse a pescadora.
(André Mags, Zero Hora. Foto: Marcos Nagelstein)