sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Porto Alegre é demais

A composição do título acima é do prefeito reeleito de Porto Alegre José Fogaça, em uma homenagem a Capital dos gaúchos.

Estive em Porto Alegre de terça a quinta-feira desta semana, por motivos profissionais e pude, mais uma vez, degustar da beleza da Capital gaúcha.

Tenho uma ligação forte com Porto Alegre. Minha mãe, avós e tios maternos são naturais de lá, onde moram até hoje.

No entanto, não gostaria de morar na Capital. Gosto do interior. Claro que, se por motivos relevantes tivesse que ir, iria. Mas sempre com imensa saudade do interior...

Gosto mesmo é de passear em Porto Alegre. Ficar uma semana, no máximo duas. Adoro o cheiro do guaíba e o seu pôr-do-sol. O brique da redenção em um domingo de verão. O Beira-Rio rugindo de vermelho. O happy hour no "Pingüim", na Lima e Silva. Os shows emocionantes no Teatro São Pedro. A correria nos Tribunais. O churrasco no "Vitrine Gaúcha" e as pizzarias da Cristóvão Colombo. Enfim. A Capital é charmosa.

Só não é tão "demais" porque, como toda cidade grande, a pobreza, violência e poluição insistem em ficar.

Contudo, essa Capital é nosso orgulho. Foi lá que em 20 de setembro de 1835 se travou o primeiro combate entre farroupilhas e as tropas imperiais sobre a Ponte da Azenha, com a vitória farrapa que permitiu a tomada da Capital, onde teve início a Revolução Farroupilha.

A ferro e fogo, Porto Alegre tornou-se importante. Imponente. Nossa Capital.

Por isso, a letra de título acima já dizia "Porto Alegre me dói. Não diga a ninguém. Porto Alegre me tem. Não leve a mal. A saudade é demais. É lá que eu vivo em paz. Porto Alegre é demais...!"

É Fogaça. Porto Alegre é demais!