Na Argentina, nas regiões de pesca de Truta, o processo de soltar o peixe já está bem incorporado por todos e os estudos locais mostram que um peixe chega a ser pego até nove vezes por temporada, gerando muito mais recursos ao setor do que se fosse morto quando pescado pela primeira vez. Algumas experiências no Brasil realizadas em regiões estabelecidas como reserva ecológica de pesca esportiva, onde o turista pode pescar e comer o que quiser no local, mas não pode levar nenhum exemplar, estão sendo muito bem sucedidas e estão atraindo cada vez mais pescadores preocupados com a manutenção do seu esporte preferido.
Mas, para que o sistema de pescar e soltar funcione e traga benefícios é importante saber essa devolução de modo correto, de tal forma que o peixe possa sobreviver e continuar a se desenvolver. (fonte: www.ambientebrasil.com.br)