Continua tudo igual no país do futebol, do samba, de copacabana. Violência, corrupção, pobreza, enfim, tragédias astronômicas que parecem não ter fim. O caso em voga atualmente é a tortura seguida de morte de três pobres rapazes do Morro da Providência na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro, tendo como autores indiretos 11 soldados (!!!) do exército brasileiro.
Ora, além de estar claro que constitucionalmente a função do exército não é esta, a de poder de polícia em situações que não de guerra, deixa claro também o perigo de deixar uma arma na mão de um despreparado, de um adolescente, que, calçado em uma metralhadora e fardado, parece mais um "pitbull louco", ameaçando quem (ousa) lhe desacatar. E pior, isso acontece todos os dias nas ruas de todo o país através de alguns policiais militares, civis, federais e do exército, que praticam constantemente abuso de autoridade, lesão corporal, ameaça, etc, contra inocentes ou suspeitos sob custódia.
Pode essa conduta errônea e idiota até partir de poucos, manchando o resto dos profissionais que bem desempenham seus papéis, mas que é necessário uma mudança de comportamento, ah, isso é, ou mais inocentes como o jovem tenista Thomás Engel, de São Leopoldo, abatido por um tiro de espingarda calibre 12 na cabeça por um tenente da PM, serão chacinados, espancados e coagidos dia após dia neste país.
